Banho de Sol


O leite materno é rico em vitamina D. Porém, a princípio, essa vitamina fica inativa no organismo do bebê. O banho de sol é responsável por ativá-la para que ela seja sintetizada e proporcione a absorção de cálcio, fundamental para o desenvolvimento e crescimento dos ossos.
O bebê deve tomar sol diariamente ou, pelo menos, três vezes por semana, logo nos primeiros dias de vida.  O horário indicado para levá-lo é quando a radiação está mais fraca, isto é, antes das 10h da manhã ou após as 16h.
O ideal é se mantenha o bebê cerca de vinte minutos sob o sol, dez minutos de barriga para cima e dez minutos de barriga para baixo. Com o avançar dos meses, esse tempo vai sendo aumentado gradativamente até o máximo de uma hora. O sol, no caso, não é para bronzear, e sim para ativar a vitamina D
Pode ser feito em casa, na varanda, playground aberto, praia, lagoa, enfim em qualquer lugar calmo e tranquilo.
Durante o banho de sol, o bebê deve ficar só de fraldinha, para que a maior parte da superfície corporal fique exposta. O uso do chapéu, entretanto, é importante para proteger seu rostinho. O uso do protetor solar em bebês de até seis meses de idade não é recomendado. A pele, nessa idade, é fina e sensível, e o produto pode provocar alergia e irritação.
A falta de vitamina D na alimentação ou a insuficiente exposição aos raios solares pode causar raquitismo na criança. Esta doença do tecido ósseo, que ocorre durante a fase de crescimento, é caracterizada por inadequada mineralização dos ossos por falta de vitamina D ativa.
Por isso, a exposição ao sol, com cuidado e proteção, é essencial para o desenvolvimento e crescimento do bebê, lembrando sempre de mantê-lo hidratado durante esses momentos de prazer e diversão para mãe e filho.

Picadas de insetos


Com a chegada do verão começa a época de mosquitos e o fantasma de doenças como Febre Amarela, dengue e chicungunha voltam a assustar os pais. Hoje a dica é para relembrar algumas medidas de proteção contra picadas de insetos, que não os repelentes, ideal para bebês menores de 6 meses mas que funciona para todas as idades.
Conhecidos como repelentes de barreira e de ambiente, são usados para evitar o contato do inseto com a criança. 

  1. Mantenha portas bem vedadas, janelas fechadas e com telas.
  2. Use ar condicionado. Ambientes refrigerados são uma forma eficaz de manter os mosquitos afastados do quarto do bebê. Mosquitos não gostam de frio. Mantenha numa temperatura média de 25˚C.
  3. Mosquiteiros simples são indicados para proteger os pequenos nos berços, carrinhos, moisés. Lembre-se que o tamanho dos poros das telas deve ser no máximo de 1,5mm.
  4. Mosquiteiros com aplicação de inseticidas (permetrina) são mais eficazes que os comuns e também seguros pro bebê.
  5. Faça uso combinado de repelente tópico mais tela tratada com inseticida, se o seu bebê já puder utilizar o repelente na pele. É a medida mais eficaz para crianças!
  6. Usar de preferência roupas que cubram a maior parte da superfície do corpinho do bebê, com roupas claras e frescas, que chamam menos atenção. Considere o uso de ar-condicionado aliado a roupinhas cobrindo a pele do bebê.
  7. Aplique os repelentes sobre a roupa do bebê (DEET, icaridina), pois isso confere proteção por mais tempo e diminui o uso do repelente na pele.
  8. Velas naturais e incensos só têm ação quando colocados várias horas antes da exposição da criança ao ambiente e seu efeito repelente é pequeno. Deve-se tomar cuidado em não deixar acesa a noite devido ao risco de acidentes.
  9. Os inseticidas tipo aerossol são usados para matar os insetos já presentes no local, e não mantê-los longe a noite toda. Podem ser aplicado 2h antes de dormir e nunca em excesso! Prefira os a base de água.
  10. Os protetores de tomada elétricos são considerados seguros para crianças e bebês e podem ser utilizados. 

Nova vacina para meningite B

Há mais de 10 anos a indústria farmacêutica vem tentando desenvolver uma vacina eficaz contra a meningite meningocóccica do tipo B. Finalmente, após anos de espera, ela chegou ao mercado mundial.
O meingococcodo tipo B é responsável por 20% dos casos no Brasil de meningite meningoccócica, sendo a região Sul a mais acometida. Mas foi o tipo mais comum no Rio de Janeiro nas décadas recentes e tememos o retorno dele.
A meningite meningocóccia e meningoccemia (infeccçãodo sangue por esta bactéria de imensa gravidade) é com certeza a maior emergência infecciosa que enfrentamos na prática pediátrica. Leia mais

BENEFÍCIOS DA NATAÇÃO PARA BEBÊS

Os primeiros nove meses da vida de qualquer pessoa são imersos em um ambiente predominantemente aquático. Os bebês já estão adaptados ao meio líquido desde a gestação e são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demonstrando uma série de reflexos comuns na primeira infância. Tudo através de estímulos estereoceptivos, ou seja, atividades que busquem facilitar o desenvolvimento dos órgãos sensoriais das crianças, como o tato, a audição, o olfato e a visão. O que cada vez mais pais estão descobrindo é que prolongar a sensação de proteção da água quentinha pode colaborar para a saúde e o desenvolvimento das crianças.

São inúmeros os benefícios que a natação proporciona aos bebês. Leia mais

GESTAÇÃO TARDIA

De um modo geral, o universo feminino mudou muito a partir de 1960. As mulheres foram para as universidades e passaram a disputar espaço no mercado de trabalho. Além disso, o desenvolvimento de método anticoncepcionais  seguros lhes permitiu definir o momento oportuno para engravidar.

Diante dessas novas possibilidades de desenvolvimento pessoal e carreira algumas passaram a optar por ter filhos mais tarde, depois dos 35 anos.

Por mais que os médicos alertem sobre os riscos de uma gravidez tardia, após os 35 anos, números recentes mostram que esse comportamento tem crescido e está se firmando como uma tendência social. Muitas mulheres têm postergado a gestação para se dedicar à profissão e alcançar uma vida estável. O índice saltou de 5% na década de 1970, para 16,6% na década de 2000. Leia mais

O Refluxo do bebê

Sabe aquela queimação que sentimos às vezes na garganta ou azia ? Esse incômodo pode ser chamado de ” Refluxo Gastroesofáfico”, que nada mais é do que a volta do alimento, sólido ou líquido, do estômago para o esôfago.

Acomete adultos e crianças e causa muita irritação e desconforto no bebê, além de deixar a mãe extremamente estressada. Leia mais

Cólica do Bebê

 

Que mãe nunca sofreu com as dores de cólicas do filho nos primeiros meses de vida ?

A cólica é um espasmo intestinal que causa muita dor no bebê. Ela é transitória e aparece geralmente na terceira semana de vida, acabando em torno do quarto mês, em uma criança saudável. A cólica pode durar até três horas por dia e, normalmente, acontece no final da tarde ou à noite. Além do choro, o bebê fica irritado e agitado.

As causas para as cólicas ainda não estão definidas. Algumas evidências apontam para uma imaturidade do intestino e do sistema nervoso central. Outras alegam que ocorra pela presença de ar em excesso no estômago ingerido durante as mamadas. Parte desse ar se desloca pelo intestino, criando uma distensão abdominal e conseqüente dor. O tipo de alimentação, a condição física do bebê, o cansaço ou ansiedade transmitida pelos pais, podem ser também outras causas. Leia mais

A criança que chupa dedo

Chupar o dedo é um ato instintivo no bebê. É um comportamento natural que prepara-o para a amamentação, fortalecendo os músculos que serão exigidos durante as mamadas e isso tem início ainda dentro do útero. Durante a fase oral, em que o bebê está descobrindo o mundo através de sua boca, é normal que ele leve os dedos à boca, o que não deve causar apreensão nos pais, pois em geral o hábito é abandonado sem esforço quando o bebê atinge um ano e meio e entra em uma outra etapa de desenvolvimento, com outros interesses.

O hábito pode durar certo tempo, e os problemas só aparecem quando este gesto se torna frequente e se estende para além do primeiro ano de idade. Quando chupar o dedo se torna uma mania, um gesto automático, pode-se substituir o dedo por outra forma de conforto emocional, dependendo da dinâmica familiar e das preferências da criança. A sensação de conforto acalma a criança, que passa a relacionar a sucção com um estado de segurança e aconchego. Leia mais